quinta-feira, 15 de dezembro de 2005
:: Leandro (Corrêa) | 20:16:29
Destinos incertos
- Desta merda chamada Weblogger, de credibilidade abalada após a vergonhosa marca de 1 mês fora do ar;
- Deste já lamafiosamente desconfigurado e orfão blog, há muito abandonado por seus criadores, há um mesmo tanto desacreditado por seus poucos leitores;
- E desta gravidez não planejada, por alguns não desejada e por hora batizada "Cataclisma 14".
Conheça o feto.
comentários[0]
envie este texto para um amigo
terça-feira, 22 de novembro de 2005
:: André (André) | 16:36:00
É o que falta...
Uma mina feia, com namorado e que mora em São Paulo pediu pra ser minha amiga no Orkut. Ah, vai tomar no cú né...
comentários[0]
envie este texto para um amigo
segunda-feira, 21 de novembro de 2005
:: André (André) | 11:56:28
Começa hoje...
... a semana mais longa do ano, que culminará em dois finais apoteóticos: um no sábado de tarde e um na segunda de noite. A partir de agora, eu sou todo coração: nada de lançamentos de três dedos, toques de letra, variações estranhas de notas ou acordes difíceis. É hora de chutar a bola pra lateral e simplificar as escalas musicais. É hora de dar carrinho no asfalto e de aumentar o volume das guitarras. Hora de futebol e roquenrol, condensados em míseros três dias com uma carga dramática do tamanho do mundo.
"And if hope can grow from dirt like me.
It can be done!"
comentários[2]
envie este texto para um amigo
sábado, 19 de novembro de 2005
:: Leandro (Corrêa) | 12:54:42
Fotos de ontem: já não se fazem mais baterias de câmera digital como antigamente...
comentários[0]
envie este texto para um amigo
:: José Pedro (Zé Pedro) | 04:34:36
Meu conceito formulado por situações adversas perante a uma certa casa noturna mudou hoje.
A festa comemorativa do aniversário do André (e do seu gêmeo bivitelino Fernando) de hoje, no Opinião, foi uma SENHORA festa. Quatorze!
Viva ao André, cuja a amizade me motivou a ir no outrora infame lugar.
E viva a tequila, pela coragem tardia.
comentários[2]
envie este texto para um amigo
sexta-feira, 18 de novembro de 2005
:: André (André) | 21:18:15
Tá, e aí?
Primeiro foram três dias seguidos: eu tava trabalhando e, quando olhei o relógio do pc, eram 11:11. Depois, olhei as horas no telefone de uma guria da agência e eram 14:14. No dia seguinte, casualmente, olhei no relógio do pc de tarde e eram 17:17. Ontem, vi de novo os 17:17, seguido pelo 18:18 e precedido pelo 13:13 - tudo isso sem querer, só fui conferir as horas. Hoje teve 09:09, 10:10, 15:15, 16:16 e - acabei de olhar as horas aqui no pc - 21:21. Ah, e isso tudo na última semana e meia.
O QUE É QUE TÁ ACONTECENDO????
comentários[1]
envie este texto para um amigo
:: Leandro (Corrêa) | 09:53:24
Classificados La'Máfia (ou "não-custa-nada-tentar")
Precisa-se de duas maletas idênticas para fins de cenografia de um curta-metragem a ser gravado neste fim de semana. Aceita-se também duas bolsas, duas malas ou dois o que quer que seja que lembrem sacolas de guardar dinheiro. Dado o grau de urgência, a semelhança entre elas já não precisa ser tão precisa.
Recompensa: nossos mais sinceros agradecimentos, além da devolução das ditas cujas em perfeito estado.
comentários[0]
envie este texto para um amigo
terça-feira, 15 de novembro de 2005
:: André (André) | 19:54:36
Motivos pra IR no Santa Monica
1 - Inevitavelmente tu vai te sentir uma pessoa bonita lá dentro;
2 - Presenciar manifestações culturais brasileiras, como o axé, pagode e funk;
3 - Desvincilhar-se das posses materiais, gastando cinco reais por uma mísera latinha de Skol;
4 - Provar a fantástica caipirinha com vodka, sem limão, sem açúcar, sem gelo, sem gosto...
5 - Sair satisfeito por ter permanecido sóbrio - porque, caso o nível etílico subisse perigosamente, o balde teria voado longe.
comentários[4]
envie este texto para um amigo
domingo, 13 de novembro de 2005
:: Bruno (Forasteiro) | 22:58:28
U2
Sim, o assunto de novo.
O Leandro comentou comigo ontem que o 2º show do U2 no Brasil, não vai ser no Rio.
Ponto.
Isso bastou pra eu ter um ataque... imagina?.... sentar na janela tomando um chima e ouvir "where the strees have no name" ao vivo... não, não, é alucinação.
..
Nem que quisesse, isso é impossível pra mim. Talvez a pessoa acima possa ser o meu pai, PQ NESSA HORA EU ESTARIA A 2 METROS DO PALCO... NÃO SOU BURRO!
...
Tá, eu não tenho mais o que dizer, o fato é que a possibilidade existe e até uma comunidade se criou esses dias sobre o fato, tentando chamar a atenção dos meios e da banda pra enorme necessidade que nós temos de vê-los ao vivo aqui em porto.
Acesse o link aqui e ajude a divulgar, por favor.
comentários[35]
envie este texto para um amigo
:: Leandro (Corrêa) | 20:15:25
Frase do dia
Tequila é tipo sexo fácil: sempre bom, mas não te faz uma pessoa melhor.
comentários[0]
envie este texto para um amigo
sexta-feira, 11 de novembro de 2005
:: André (André) | 12:02:03
Polar e Inter - No Export
E não é que, na segunda divisão da Libertadores, eles caíram de quatro pros argentinos MAIS UMA VEZ??
É gurizada. Tem horas que camisa pesa.
comentários[5]
envie este texto para um amigo
quinta-feira, 10 de novembro de 2005
:: Kleiton (Fritador_de_Bif) | 23:48:57
Depois de um longo período sem posts (falta tempo, falta inspiração, falta saco), retorno com um microconto. Declarem suas opiniões.
Incompatível
A luz branda da lua invadia docemente o quarto. Com os olhos plenos de amor, num sussurro apaixonado, ela declarou-se:
- Tu trepa bem pra caralho.
Beijos nas gurias, abraços pro resto.
comentários[3]
envie este texto para um amigo
quarta-feira, 9 de novembro de 2005
:: André (André) | 23:13:32
I'm learning to fly. But I ain't got wings...
Se a cena da cantoria no ônibus de Quase Famosos não é a cena mais afude que eu já vi no cinema, certamente é uma das mais afude. É incrível como ela resume não apenas o filme, mas o amor pela música - o que faz sentido, já que Quase Famosos é um filme de amor pela música. Definitivamente, Cameron Crowe sabe das coisas.
Com essa expectativa, fui assistir "Elizabethtown" (me recuso a dizer o nome em português), última película do cineasta. Conta a história de Drew Baylor (Orlando Bloom, o Legolas), um cara que faz um tênis palhíssima, jogando oito anos de trabalho fora e fazendo a empresa perder um bilhão de dólares (arredondado). Planejando se matar de uma maneira mais criativa e cruel do que todos os filmes de serial killer dos últimos anos, o cara acaba recebendo uma notícia antes de executar a ação: o pai dele faleceu. Agora, cabe ao cara ir pra cidade de Elizabethtown buscar o corpo e voltar pra Oregon (onde a irmã, a mãe e o pai do Drew moravam).
Claro que, na viagem de avião, ele conhece uma mulher que vai mudar a vida dele. Aliás, do primeiro ao último minuto que aparece na projeção, Claire (Kirsten Dunst) encanta não apenas o protagonista, mas também a platéia. Ela pega pela mão um cara que queria se matar e enche ele de esperança novamente. Na verdade, é o que o filme faz também.
Cameron Crowe, diretor e roteirista, sabe que as coisas não acontecem por acaso. E esse filme conta com tudo o que os outros já tinham: diálogos inteligentes, personagens cativantes, atuações convincentes... Mas na obra do diretor, o que mais chama a atenção é o casamento perfeito entre imagem e trilha. E isso Elizabethtown tem de sobra. Aos poucos ele te envolve, vai te deixando mais preocupado com os personagens, e transforma a jornada do protagonista em uma redenção também para o público. Ao nos deixar levar pelo filme, vamos nos identificando com o otimismo quase ingênuo do diretor. Todas aquelas mensagens edificantes, de não desistir, de manter-se de pé e tudo mais estão presentes e - o que é o maior mérito do cara - funcionam. O destaque fica por conta da viagem que Drew faz com o pai dele, numa belíssima montagem com uma trilha musical espetacular, que inclui de U2 (Pride) até Elton John (a comovente My Father's Gun).
Elizabethtown é o tipo de filme pra entrar no cinema e deixar tudo de lado. São duas horas que vão te deixar com um sorriso no rosto, e uma sensação mais do que boa de que a vida é muito mais do que se vê.
comentários[3]
envie este texto para um amigo
:: André (André) | 13:22:19
Então tá
Aquele bando de motorista fiodaputa (fiodaputa sim, porque sempre tentam me derrubar no arranca/pára do ônibus) resolve fazer greve. Para que não sejam "prejudicados", prejudicam todo mundo, já que a Carris só tem linhas "menores" como T1, T2, T3, T5, T9... E quem quiser ir da zona sul pro aeroporto, como vai fazer, hein? Hein?
Pelo menos isso explica porque o cobrador do Auxiliadora (que é da Carris, mas botaram um reserva no lugar) abria a janela e gritava "AUXILIADORA!!!" cada vez que o veículo se aproximava de uma parada. E explica também porque o motorista perguntava frequentemente pros passageiros se ele devia seguir reto ou dobrar. Vontade de dizer "Pode ir reto tranquilo, tenho certeza que a 24 sobe..."
comentários[0]
envie este texto para um amigo
terça-feira, 8 de novembro de 2005
:: André (André) | 13:17:38
Isso é que é propaganda
História de um parceiro meu: tava o cara e mais dois amigos dando uma volta de carro pela Farrapos, quando encostam o possante numa esquina. Subitamente, uma das putas da região aparece. O carona abaixa o vidro, e a mulher olha pra dentro do carro. Ela não é velha, nem nova. Nem feia nem bonita. Observa rapidamente os três rapazes e solta a pérola:
- Gurizada, eu tenho três buracos e faço milagre..
Deusulivre.
comentários[0]
envie este texto para um amigo
segunda-feira, 7 de novembro de 2005
:: Leandro (Corrêa) | 19:24:47
QUATORZE!
U2 vem ao Brasil para 2 shows em 2006
[Folha Online]
A banda irlandesa U2 fechou contrato para fazer dois shows no Brasil em 2006. As datas estão marcadas: dias 21 e 22 de fevereiro do próximo ano.
Quem vai trazer a banda ao país é o empresário Luiz Oscar Niemeyer, do Rio de Janeiro --o mesmo que trará Rolling Stones para terras nacionais, também em fevereiro.
Por enquanto, sabe-se que um dos shows será em São Paulo. Embora o local ainda vá ser definido, o mais provável é que seja no estádio do Morumbi. A outra apresentação está em aberto, mas deve ser reservada para o Rio.
Liderado por Bono Vox, o U2 esteve no Brasil duas vezes. A primeira passagem, em 1998, teve três shows, dois em São Paulo e um no Rio de Janeiro. A segunda viagem, em novembro de 2000, não teve apresentações --o grupo participou de programas de TV para divulgação de "All That You Can't Leave Behind" e gravou um clipe nas ruas do Rio.
As próximas apresentações no Brasil fazem parte da turnê "Vertigo", lançada no final de março passado, nos Estados Unidos, e idealizada para promover o CD "How To Dismantle An Atomic Bomb", lançado em novembro de 2004.
A América Latina aparece no mapa da turnê depois de quase 30 shows na América do Norte e mais algumas dezenas na Europa. Com 11 discos e 25 anos de carreira, o grupo vendeu mais de 120 milhões de cópias.
No ritmo do câmbio
[Clic RBS]
O dólar afônico está fazendo a festa das produtoras de shows no país. Empresários do setor de eventos garantem: no embalo do atual câmbio, esta é melhor temporada de espetáculos internacionais no Brasil dos últimos sete anos. Sobretudo, de artistas americanos e ingleses - cotados em dólar.
Só a produtora Opinião, de Porto Alegre, tem trazido à praça uma média de quatro shows internacionais por mês.
A gorda safra deve se manter nos próximos meses, quando vêm ao país as turnês de Green Day, Alanis Morrissete e Rolling Stones - todos confirmados.
Além de, possivelmente, o espetáculo musical mais cortejado da estação: a banda irlandesa U2. As negociações para a vinda do grupo, em fevereiro, estão bem afinadas.
comentários[7]
envie este texto para um amigo
domingo, 6 de novembro de 2005
:: Leandro (Corrêa) | 21:06:07
Notícias Comentadas!
Notícias NÃO Comentadas!
Por falta de tempo, de saco ou de ambos.
- "Os dólares de Cuba para a campanha de Lula", capa da Veja da semana passada. Já está virando piada, porque nem o mais inteligente simpatizante de direita é capaz de acreditar nesta história (ele até gosta da panfletagem, mas não acredita nela). Sou suspeito pra falar, primeiro porque não cheguei a ler a matéria, e segundo porque não acredito neste tipo de jornalismo baseado em denuncismo - o que explica o primeiro motivo. Exceto Rádio e TV, que são concessões públicas, não tenho nada contra um veículo de comunicação privado expor sua posição política. (aliás, acho que o debate seria mais proveitoso se todos dessem a cara pra bater!). O que realmente me incomoda é a hipocrisia desses que se escondem atrás da máscara do "jornalismo independente" e publicam uma piada dessas.
- E o NÃO venceu o Referendo do Desarmamento com 64% dos votos [Folha] Lembrando-me agora da primeira pesquisa feita pelo IBOPE no início de outubro, onde o SIM ganhava fácil com 80%, fiquei pensando o que poderia ter feito o NÃO virar o jogo em 3 semanas de campanha. Talvez o caminho colorido dos artistas que dizem "sou a favor da vida" tenha sido mais atraente para o comitê do SIM do que para os eleitores; ou talvez o argumento "tenho medo mas sou solidário aos que precisam", do NÃO, tenha feito muita gente repensar o voto. Ou ainda, talvez tenha sido decisivo o fator percepção da realidade sobre a crescente violência no Brasil, que já não distingue classe social e está batendo na porta da casa de todo mundo. É, talvez.
Entetretanto, acho que a polêmica criada em torno do próprio Referendo - sua eficiência, sua ambiguidade, sua relevância - tenha jogado luz sobre um problema que sempre existiu, mas que nunca foi comentado; uma ferida cuja dor preferimos ignorar a ter que tratar, mas que agora, graças à incompetência de nossos políticos, resolveu gritar "E aí, minha gente, vocês querem tentar algum remédio?". Acho que o saldo foi positivo, já que o debate foi instaldo e a questão discutida. Particularmente, meu raciocínio foi: já que o Estado deveria garantir minha segurança e não o faz, e ainda que uma arma na minha mão possa ser tão perigosa quanto na do ladrão, NÃO quero jogar sem esta carta na manga; NÃO acredito na segurança pública e NÃO acho que a cura da ferida seja possível apenas com remédios...
- O show dos Scorpions foi do caralho! [Link] Era quase uma hora da manhã do dia 16 de outubro quando, a dez metros de mim, cinco alemães subiram ao palco do Gigantinho carregando três décadas de estrada e mais de uma dúzia de clássicos do heavy-metal. Perdoem-me os fãs adeptos do gênero, que pouco me agrada, onde cabeludos satanistas delíram com uma barulheira infernal permeada por gritaria incompreensível. Não, a qualidade musical do Scorpions está bem acima disso. Enquanto suas letras falam de emoções diversas sem deixar de ser cativantes, os arranjos originais caracterizam cada música com muita personalidade. O casamento funciona, e o tal do metal é pesado mesmo. Ao vivo, porém, tudo isso junto é um trem descarrilhado em alta velocidade - e não dá vontade de descer.
Exageros à parte, os caras vêm é pra tocar som alto, já que pose de mal a natureza não lhes permite. Klaus Meine, por exemplo, aparenta ser qualquer coisa menos o vocalista e líder de uma banda de heavy-metal. Baixinho e feio, escondeu a careca com uma boina e a barriga de Heikkinen com uma larga camisa estampada estilo surfista australiano (com mullets sempre à vista, mas a camisa ele depois trocou por um fraque lustroso e listrado preto e branco). Empolgadíssimo, dançou todas as músicas totalmente fora do passo, além de ter distribuído, no mínimo, umas 50 baquetas para a platéia nos momentos em que não estava a cantar. Ainda assim, quando estava matava a pau atingindo todos os agudos que deveria - sua marca registrada. É de aplaudir o que este senhor de cinquentaepoucos anos é capaz de fazer com sua voz, ou Mathias Jabs e Rudolf Schenker com seus instrumentos. Veteranos também, sabem até onde onde suas guitarras podem ir - e eles vão até lá. Músicas como "Blackout", "Big City Nights", "Tease me, please me" e "New generation" têm pegadas muito boas e firmes ao vivo, mostrando a que veio o novato baixista Pawel Macidowa; nas baladas "Holiday", "Always Somewhere", "Wind of Change" e "Still loving you", que permitem os melhores solos de guitarra (especialmente esta última), os caras simplesmente não perdoaram. Ao público, testemunho de uma verdadeira a aula de rock, restou apenas se emocionar.
Pouco antes da finaleira, os caras deixaram o baterista James Kottack brincar um pouco com o Gigantinho. Sozinho no palco, fez coisas que não sei explicar de outro jeito senão dizendo que várias batequetas rodopiaram por entre seus dedos enquanto ele, às vezes sentado, às vezes de pé, fez outras tantas baterem nos tambores e nos pratos. Quando decidiu por vez ficar de pé, puxou pra perto o microfone e gritou "You...!", recomeçou com as baquetas, que agora rebatiam da bateria voando alto, berrou "Kick...!" e já quase destruindo suas mãos e seus tímpanos quase engasgou "Aaassssssss!!!". Louco de tudo.
E depois os outros voltaram para executar a aguardada "Rock you like a Hurricane", que encerrou a noite. Um puta show.
comentários[0]
envie este texto para um amigo
:: André (André) | 14:20:20
Falta menos de um mês
Começa com um dedilhado, até remetendo um pouco ao U2. Assim como uma onda, a música vai trocando de marcha e crescendo, até finalmente chegar no refrão apoteótico, cantado com toda a força dos pulmões pelo Eddie Vedder.
Given to Fly
He could have tuned in, tuned in
But he tuned out
A bad time, nothing could save him
Alone in a corridor, waiting, locked out
He got up outta there,
ran for hundreds of miles
He made it to the ocean, had a smoke in a tree
The wind rose up, set him down on his knee
A wave came crashin'
like a fist to the jaw
Delivered him wings,
"hey look at me now"
Arms wide open with the sea as his floor
Oh, now he is, oh..
He's.. flying
High... Wide
He floated back down 'cause he wanted to share
The key to the locks
on the chains he saw everywhere
But first he was stripped and then he was stabbed
By faceless men, well, fuckers
He still stands
And he still gives his love, he just gives it away
The love he receives is the love that is saved
And sometimes is seen a strange spot in the sky
A human being that was given to fly
Dado a Voar
Não conseguiu se ligar, se ligar
então se desligou
Um tempo ruim, nada poderia salvá-lo
Sozinho em um corredor, esperando, trancado
Ele saiu de lá
E correu por centenas de milhas
Chegou até o oceano, fumou em uma árvore
O vento bateu e o colocou de joelhos
A onda veio quebrando como um soco no rosto
Deu a ele asas
"ei, olhem pra mim agora"
Braços bem abertos com o mar como chão
Oh, agora ele está, oh
Ele está... voando
Alto... aberto
Então ele voou de volta porque queria dividir
A chave para os cadeados
das correntes que ele viu em todo lugar
Mas primeiro foi despido e depois esfaqueado pelas costas
Por homens sem rosto, bem, filhos da puta
Ele ainda se mantém
E ele ainda dá o seu amor, apenas se livra dele
E o amor que ele recebe é o amor que é salvo
E algumas vezes é vista uma estranha mancha no céu
Um ser humano que foi dado a voar
Quem quiser ouvir os caras tocando a música no show de Tokyo, em 2003, entre aqui e escolha "Given to Fly" nas opções. Daí é só aumentar o volume até o máximo, botar os fones e imaginar como vai ser no show daqui. Porque a música por si só já é espetacular, mas essa versão de Tokyo me faz cantar junto com todo o folêgo que eu tenho.
comentários[4]
envie este texto para um amigo